Pesquisar este blog

quinta-feira, 23 de maio de 2013


Tirando os pés do chão.




Ai eu me pego pensando em você. Pensando em tudo que eu queria te dizer em tudo que eu queria fazer com você. Ah meu bem, poderíamos ser tão felizes juntos. Poderíamos fazer as coisas mais incríveis deste mundo. Como nos amar. Tem coisa mais linda e incrível no mundo do que o amor? Acho que não. E é com você que eu quero viver esse sentimento, é você que eu quero chamar de amor. Então para de besteira e me queira como seu amor também.
Eu quero acordar do seu lado todo dia, e depois de um dia cansativo, no anoitecer eu possa esquentar meu pé na sua batata da perna. Quero seu cheiro invadindo meu quarto, quero você invadindo a minha vida. Quero beijos inesperados, quero que você continue beijando a minha testa depois de um beijo apaixonante de perder o fôlego. Quero sempre sentir seus olhos de desejos em mim, mas quero também olhar de tranqüilidade e amor. Quero compartilhar risadas, segredos, tristezas e sonhos com você. Deitar no seu colo e te fazer cafuné.
Quero te fazer o homem mais feliz do mundo, realizar seus sonhos e fantasias, arrancar sorrisos e lagrimas de felicidade. E nem se preocupa com a reciprocidade, porque só de te proporcionar felicidade eterna eu já serei a mulher mais feliz do mundo. Então para de bobeira e vem ser feliz comigo amor, vem rir, brincar, ter prazer e sonhar. Sonhar com nosso futuro, que pouco a pouco iremos construir.
E o nosso casamento? Ah esse dia vai ser o terceiro dia mais feliz da minha vida. Sim o terceiro. O primeiro foi quando eu te conheci e o segundo vai ser quanto nascer o nosso menininho. Vamos ter quantos filhos amor? Três? Talvez quatro. Quero que todos eles tenham o seu sorriso. Que por sinal, deveria ser considerado a 8º maravilha do mundo. Então vem voar comigo amor, porque amar é basicamente isso, voar. É, acho que voei longe agora. 
Rafaella M.

À venda.




Quando a gente deixa claro o sentimento à gente fica vulnerável. Ficamos pequenininhos, com medo, apavorados. E como se estivéssemos abrindo a nossa alma a alguém, e a convidado pra entrar, “Fica a vontade, a casa é sua”. E realmente, a casa é do outro, somos moradias de sentimentos. Só isso, vivemos para isso, sobrevivemos para o outro. É como dar um tiro no escuro, tentando acertar o outro. Pronto, é isso, é como alugar um apartamento, você vai lá, arruma o apartamento e apresenta para o futuro morador. E fica na torcida pra ele assinar o contrato. Mas tem que deixar sempre claro as imperfeições do apartamento. “Olha, o antigo morador deixou um cano estourado, uma luz queimada, e teve o outro que deixou umas bagagens no quarto de visitas, mas já estou dando um jeito de remover.” Se não deixar claro e mostrar as imperfeições o morador no meio do contrato vai rompê-lo. E quando se rompe um contrato não é nada bom para ambos.
Então eu fui lá e arrumei o apartamento, demorei horas, dias, semanas e meses pra ele ficar bem bonitinho pro novo morador. Fiquei com medo de abrir as portas novamente para alguém, alias, o trabalho que eu tive pra limpar a bagunça do antigo era motivo necessário pra fechar as portas pra sempre.
E então mostrei primeiro a vista, ele decidiu entrar. Não sei se ele gostou, não sei se ele volta pra assinar o contrato. Acho que não, ainda ta meio bagunçado aqui dentro, mas eu pedi que ele não reparasse a bagunça. Espero que ele volte, acho que ele seria um ótimo morador pra minha alma vazia.
Pelo menos eu tentei, se ele voltar ou não ai já é com a vida, no mais, eu abrir as janelas depois de dias de escuridão, eu limpei os medos, eu joguei fora a insegurança, e joguei na casa um bom ar de esperança. Depois de tempos tentando esconder e reprimir essa casa por vergonha e medo, hoje eu quero é que ela seja alugada. E por alguém que no futuro peça pra ser o dono, no papel passado e tudo.
Rafaella M.